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[ON-LINE] - Agenda 2030, raça e gênero: uma abordagem interseccional é possível?

Escrito por Malu Carvalho | Publicado: Sexta, 23 de Abril de 2021, 13h38 | Última atualização em Sexta, 23 de Abril de 2021, 13h38 | Acessos: 598
O que: Agenda 2030, raça e gênero: uma abordagem interseccional é possível?
Quando: 06 de maio de 2021, das 14 às 17h
Onde: Auditório Virtual da UFSB - https://youtu.be/rsxn5IFChhU
 

Atividade 4 Agenda 2030No âmbito do "Ciclo de Atividades para a Construção da Universidade Sustentável - CAUSUS", e em continuidade à série de reflexões e diálogos em torno da Sustentabilidade, problematiza-se uma possível abordagem interseccional em torno da Agenda 2030, de forma a considerar preponderantemente os marcadores de raça e gênero. A discussão sobre tal Agenda, como plano de ação global e metas consistentes em 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), volta-se principalmente às pautas ambientais no tocante à sustentabilidade. Entretanto, importa contextualizar histórica e socialmente o tema e a Agenda, identificando que sua efetividade ou não se coloca localmente, de forma necessariamente territorializada - o que implica ponderar as relações étnico-raciais e de gênero, ao lado das relações ambientais, de poder e de classe. 

No caso do Brasil - país estruturado pelo racismo e machismo, que caracterizam as profundas desigualdades sociais, econômicas e de acesso a direitos - é premente discutir como desafios ligados, por exemplo, à erradicação da pobreza, à saúde e bem-estar, à educação de qualidade e à igualdade de gênero se configuram na construção de ações sociais e institucionais transformadoras, na implementação de políticas públicas e, também, na concretização dos referidos Objetivos. Nesse sentido, pretende-se discutir as interfaces entre Agenda 2030, raça e gênero, considerando-se as múltiplas opressões vivenciadas histórica e socialmente por determinados indivíduos e grupos, que resultam em vulnerabilidades particulares, como é o caso das experiências específicas de mulheres negras. É possível uma abordagem interseccional?


 
 
 
 
 
 
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