Ir direto para menu de acessibilidade.
Início do conteúdo da página

[CJA] - Visões da contra-conquista: poéticas negras e o bem viver indígena

Publicado: Terça, 09 de Outubro de 2018, 14h31 | Última atualização em Quarta, 10 de Outubro de 2018, 09h01 | Acessos: 165

O que: Visões da contra-conquista: poéticas negras e o bem viver indígena
Quando: 10/10/2018
Onde: Auditório da Reitoria

 

O Programa de Pós-Graduação em Ensino e Relações Étnico-Raciais (PPGER) e os componentes Estéticas Ocidentais nas Américas e Poéticas Negro descendentes (Bacharelado e Licenciatura em Artes da Universidade Federal do Sul da Bahia - UFSB) convidam para o evento “Visões da contra-conquista: poéticas negras e o bem viver indígena”. Quarta, dia 10 de outubro, às 19h, no auditório da Reitoria, Rodovia de Acesso para Itabuna, km 39 - Ferradas, Itabuna.

O evento contará com a apresentação artística de:

- Verônica Bonfim em “Fragmentos de um Descompasso”, uma performance poético-musical-teatralizada”. Brincante, cantora, compositora, escritora e atriz, nascida e criada na Bahia,Verônica tem amplo reconhecimento nacional e faz parte do elenco do espetáculo “Elza Soares – o Musical”.

- Daniela Galdino em “Missivas”, uma performance sobre a força da palavra poetizada pela mulher, com trilha sonora de Verônica Bonfim. Poeta, Performer e Profa. de Literatura na UNEB, Daniela nasceu em terras grapiúnas, mas costuma se espalhar pelo mundo com apresentações artísticas e literárias, participando ainda de antologias, como ‘Autores baianos’ (P55, Secult-Ba, 2013) e ‘Fora tema’ – cartonera (Funceb, 2016).

E com a palestra “Cultura e a arte indígenas do bem viver", com Maria Pankararu: historiadora e pedagoga, com doutorado em Letras e Linguística, desenvolve em Ilhéus atividades relacionadas às políticas públicas para educação escolar para os povos indígenas, em especial, o povo Tupinambá; e Sebastián Gerlic: empreendedor social e fundador da ONG Thydêwá, vem idealizando e executando ações, projetos e programas junto a comunidades indígenas de várias etnias, como o projetos AEI – Arte Indígena Eletrônica, que promoveu 10 residências artísticas em aldeias em 2018 e a ação de pesquisa e intercâmbio sobre a Cultura do Bem Viver, parceria com comunidades indígenas brasileiras, colombianas e com a Universidade de Leeds do Reino Unido.

 

registrado em:
Fim do conteúdo da página